Um documentário, oito seres, várias perguntas. 17 cidades, 8 mil quilômetros, 34 dias. Um alfabeto, 26 letras e 35 modos de falar. Mais do que números, 'sertão como se fala' soletra narrativas daqueles que aprenderam a pronunciar as primeiras letras e a ver o mundo por meio do abecedário sertanejo.
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“O ABC do Sertão é mais fonético e poético”, Nivaldo Cruz, de Feira de Santana, na Bahia | Crédito: Sarah Dutra